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12/08/2015

Retomar o protagonismo da CIPA é fundamental, diz chefe da Fundacentro da Baixada Santista



Fonte: Fundacentro

Baixada Santista/SP - Durante a realização do Observatório de CIPA, o chefe da Fundacentro da Baixada Santista, Josué Amador afirmou ser fundamental a retomada do verdadeiro papel das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAs) nas empresas.

A afirmação de Amador tem como base a demanda dos sindicatos e os inúmeros acidentes de trabalho que vêm ocorrendo em Santos e região. "Precisamos conhecer a realidade dos sindicatos, de suas dificuldades no que diz respeito à SST e implementar ações sobre as diversas situações de trabalho. Nossa ideia é propor uma política de gestão entre os sindicatos", destacou.

O Observatório de CIPA, ação proposta pela Fundacentro que contou com imediato e significativo apoio dos sindicatos de trabalhadores da região, tem como objetivo aproximar e dialogar diretamente com o público sindical. No dia do evento, a proposta da instituição foi de conhecer a realidade das CIPAs na Baixada Santista, momento em que foi entregue aos sindicalistas um questionário desenvolvido pela tecnologista da entidade, Juliana Andrade Oliveira. "É nesse instrumento de pesquisa que será possível traçarmos um diagnóstico para a implementação de ações futuras", conta Juliana. 

No dia 18 de setembro está prevista para ser realizada a 2ª Etapa do Observatório, onde os sindicatos apresentarão a realidade da CIPA. Em novembro, a Fundacentro fará um relatório da situação das Comissões da Baixada.

Adaedson Costa, coordenador geral do Sindipetro, local onde foi realizado o evento, considera o Observatório importante para o trabalhador. "Pretendemos unificar todos os sindicatos da Baixada, independentemente da bandeira ideológica", destacou o coordenador durante a mesa de abertura. O diretor do Sindipetro, Rafael Malingre e o presidente do Sindminérios, Adilson de Lima também participaram da mesa de abertura.

"Saúde não se negocia", defende engenheiro

Um dos grandes problemas enfrentados na área de segurança e saúde do trabalhador é justamente os conflitos existentes entre a saúde do trabalhador e a remuneração do capital investido pelo empregador.

Para o chefe da Coordenação no Processo de Trabalho da Fundacentro, engenheiro de Minas e de Segurança do Trabalho, Leonidas Ramos Pandaggis, com a saúde não se negocia, pois o que deve prevalecer em uma negociação é a transformação por melhores condições de trabalho, fundamentais à promoção da saúde dos trabalhadores.

Durante a palestra do engenheiro foram colocadas questões legais e o que preconizam nossas leis, níveis de negociação por melhores condições de trabalho, mecanismos de participação dos trabalhadores e a importância de um Observatório de CIPA.

 







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